A cada dia que passa estamos vendo que precisamos de melhoras, estamos trabalhando muito com o intuito de corrigir os erros existentes, afinal foi para isso que nos contrataram, identificamos muito erros, que com o passar dos dias com muito trabalho estamos vendo que estes erros se comentem com menos frequencia, e o nosso objetivo é justamente errar o mínimo possível, no futebol competitivo um único erro pode ser fatal.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Problemas já esperados.
Algumas preocupações como era esperadas começam aparecer, regularização de atletas.
Como foi percebido a equipe encontra-se em formação, esse ponto negativo de montar a equipe em plena competição mostra a falta de um bom planejamento, sabemos das dificuldades financeiras que o clube vive, e isso reflete na montagem do grupo, gostaríamos de contar com alguns jogadores que conhecemos e estão disponíveis no mercado, porém infelizmente como foi mencionado a equipe passa por um problema que muitas equipes estão vivendo que é a falta de recurso próprios, equipes que vive de apoios de prefeituras ou lideranças locais, e aqui não é diferente.
Sempre pagamos um preço, espero que o preço da falta deste planejamento não seja tão caro.
Temos que sempre buscar a superação e aqui não será diferente, fui informado que no jogo passado onde a equipe perdeu por 1x0 fora de casa era uma grande oportunidade de haver conseguido os três pontos, mais infelizmente não foi possível, agora neste jogo onde enfrentaremos talvez a equipe mais forte da competição (7 de Junho), temos que impor o fato mandante de campo.
Será um jogo muito difícil sem duvida , mais nunca impossível.
Estamos trabalhando forte para superar este primeiro desafio sob o meu comando.
Hoje a tarde faremos um trabalho tático que procuraremos trabalhar muito o conjunto, coisa que sempre é muito longe do ideal em uma equipe que estar em formação.
Como foi percebido a equipe encontra-se em formação, esse ponto negativo de montar a equipe em plena competição mostra a falta de um bom planejamento, sabemos das dificuldades financeiras que o clube vive, e isso reflete na montagem do grupo, gostaríamos de contar com alguns jogadores que conhecemos e estão disponíveis no mercado, porém infelizmente como foi mencionado a equipe passa por um problema que muitas equipes estão vivendo que é a falta de recurso próprios, equipes que vive de apoios de prefeituras ou lideranças locais, e aqui não é diferente.
Sempre pagamos um preço, espero que o preço da falta deste planejamento não seja tão caro.
Temos que sempre buscar a superação e aqui não será diferente, fui informado que no jogo passado onde a equipe perdeu por 1x0 fora de casa era uma grande oportunidade de haver conseguido os três pontos, mais infelizmente não foi possível, agora neste jogo onde enfrentaremos talvez a equipe mais forte da competição (7 de Junho), temos que impor o fato mandante de campo.
Será um jogo muito difícil sem duvida , mais nunca impossível.
Estamos trabalhando forte para superar este primeiro desafio sob o meu comando.
Hoje a tarde faremos um trabalho tático que procuraremos trabalhar muito o conjunto, coisa que sempre é muito longe do ideal em uma equipe que estar em formação.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Trabalho de muita movimentação no período da tarde
Nesta tarde trabalhamos no segundo expediente do dia, muita movimentação, passes, marcação, contra ataques de tudo um pouco, realmente um trabalho muito intenso, saí muito satisfeito do que foi apresentado levando em consideração que foi a primeira vez que este grupo teve contato com este tipo de trabalho.
Neste dois dias de trabalho que estou a frente do grupo, podemos identificar muita deficiência, porém deficiência que pode ser corrigida e que estamos tentando corrigir o quanto podemos.
No geral levando em consideração as dificuldades que o clube tem, o grupo mostra muito empenho e vontade de melhorar, já é um grande começo querer colocar em prática tudo aquilo que estamos tentando implantar no grupo.
O nosso próximo jogo será em casa contra um adversário muito perigoso, e como mandantes temos que ter o cuidado e atenção para sairmos com os três pontos principalmente que o clube perdeu o primeiro jogo fora de casa.
Pelas informações que me passaram do jogo anterior foi que a equipe se comportou bem, porém perdeu em uma falta de atenção na bola parada.
Agora já sob o meu comando estamos tentando estar sempre atento e concentrado até o ultimo segundo de jogo, até o apito final.
A equipe 7 de junho é uma excelente equipe que irá nos exigir o máximo de atenção e eficiência tanto no setor ofensivo como defensivo.
Neste dois dias de trabalho que estou a frente do grupo, podemos identificar muita deficiência, porém deficiência que pode ser corrigida e que estamos tentando corrigir o quanto podemos.
No geral levando em consideração as dificuldades que o clube tem, o grupo mostra muito empenho e vontade de melhorar, já é um grande começo querer colocar em prática tudo aquilo que estamos tentando implantar no grupo.
O nosso próximo jogo será em casa contra um adversário muito perigoso, e como mandantes temos que ter o cuidado e atenção para sairmos com os três pontos principalmente que o clube perdeu o primeiro jogo fora de casa.
Pelas informações que me passaram do jogo anterior foi que a equipe se comportou bem, porém perdeu em uma falta de atenção na bola parada.
Agora já sob o meu comando estamos tentando estar sempre atento e concentrado até o ultimo segundo de jogo, até o apito final.
A equipe 7 de junho é uma excelente equipe que irá nos exigir o máximo de atenção e eficiência tanto no setor ofensivo como defensivo.
Na busca de melhoras
Realmente nesta manhã o trabalho muito puxado, e que buscou uma melhora na condução, passe rápido e raciocínio em velocidade.
Temos muito trabalho pela frente, temos muito o que fazer para a equipe chegar em um nível competitivo, estamos competindo mais temos que disputar para chegar ao titulo, disputar por disputar será gasto de dinheiro e tempo.
Uma equipe para ser campeão tem que enquadrar o espírito de competição.
Temos muito para melhorar, mais para isso temos que trabalhar muito.
A equipe do Boquinhense este ano é uma equipe jovem, e como toda equipe jovem peca um pouco na experiência, ganha na velocidade, porém uma competição como essa tem que haver um equilíbrio se quiser chegar as finais ou ao tão almejado titulo.
Quando aqui cheguei deu para perceber que a equipe é bem diferente da equipe do ano passado que fez uma boa campanha, perderam muitos atletas que se destacaram, e para piorar deixou para montar a equipe dentro da competição.
Temos pouco tempo para corrigir e encontrar este equilíbrio, então para isso cada dia de trabalho estamos intensificando cada jogada, movimento, desde um simples passe a mais complexa jogada.
Quando geralmente encontramos a equipe neste nível, procuramos fazer o mais simples possivél, para que as coisas aconteçam com mais naturalidade.
Temos muito trabalho pela frente, temos muito o que fazer para a equipe chegar em um nível competitivo, estamos competindo mais temos que disputar para chegar ao titulo, disputar por disputar será gasto de dinheiro e tempo.
Uma equipe para ser campeão tem que enquadrar o espírito de competição.
Temos muito para melhorar, mais para isso temos que trabalhar muito.
A equipe do Boquinhense este ano é uma equipe jovem, e como toda equipe jovem peca um pouco na experiência, ganha na velocidade, porém uma competição como essa tem que haver um equilíbrio se quiser chegar as finais ou ao tão almejado titulo.
Quando aqui cheguei deu para perceber que a equipe é bem diferente da equipe do ano passado que fez uma boa campanha, perderam muitos atletas que se destacaram, e para piorar deixou para montar a equipe dentro da competição.
Temos pouco tempo para corrigir e encontrar este equilíbrio, então para isso cada dia de trabalho estamos intensificando cada jogada, movimento, desde um simples passe a mais complexa jogada.
Quando geralmente encontramos a equipe neste nível, procuramos fazer o mais simples possivél, para que as coisas aconteçam com mais naturalidade.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Muito trabalho no primeiro dia de treino no Boquinhense.
Muito trabalho é a palavra de ordem neste desafio, muita movimentação no primeiro dia de treino, vimos muitas falhas de posicionamento porém um fator me chamou muito a atenção, ou seja a equipe é muito jovem e como jovem temos que ter muito cuidado, pois os detalhes vão fazer a diferença no final da competição.
A movimentação da equipe depende muito do elenco que temos em mãos, vamos ter que reforçar se quisermos alcançar voos mais altos, ou seja chegar as finais.
A movimentação da equipe depende muito do elenco que temos em mãos, vamos ter que reforçar se quisermos alcançar voos mais altos, ou seja chegar as finais.
domingo, 21 de agosto de 2011
Novo desafio, uma nova casa e um grande projeto.
Segunda feira 22/08/2011(Amanhã) me apresentarei ao novo clube Associação Boquinhense de desporto, de conversa bem adiantada, para ser mais exato, já acertado a minha apresentação para terça feira 23/08/2011 no período da tarde.
Minha expectativa sempre foi grande para qual quer que seja o desafio que eu venha enfrentar, foi assim com todas as equipes para o qual comandei, e desta vez não será diferente.
Um desafio novo, uma nova praça futebolística que me traz muita motivação em mostrar o nosso trabalho, sabemos das dificuldades que será este desafio, mais sabemos que faremos o máximo para poder ajudar a nossa equipe em conquistar os objetivos traçados.
Graças a Deus tivemos algumas outras proposta para desempenhar o nosso trabalho, onde agradeço pelos convites, sabendo que tivemos que optar por um, e quem sabe em alguma outra ocasião poderemos trabalhar com algumas destas equipes.
Minha expectativa sempre foi grande para qual quer que seja o desafio que eu venha enfrentar, foi assim com todas as equipes para o qual comandei, e desta vez não será diferente.
Um desafio novo, uma nova praça futebolística que me traz muita motivação em mostrar o nosso trabalho, sabemos das dificuldades que será este desafio, mais sabemos que faremos o máximo para poder ajudar a nossa equipe em conquistar os objetivos traçados.
Graças a Deus tivemos algumas outras proposta para desempenhar o nosso trabalho, onde agradeço pelos convites, sabendo que tivemos que optar por um, e quem sabe em alguma outra ocasião poderemos trabalhar com algumas destas equipes.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Tite: 'Jogamos o suficiente para vencer'
Treinador elogia efetividade da equipe em conseguir os gols mesmo sem jogar tão bem quanto nas outras rodadas
Por Carlos Augusto Ferrari São Paulo
- Vínhamos com dois resultados negativos e a pressão psicológica era muito forte. A obrigação era nossa pela posição na tabela. Foi um rendimento abaixo dos últimos dois jogos, mas com uma diferença: o time foi efetivo, mereceu vencer e não achou o resultado – afirmou.
- Hoje, jogamos o suficiente para vencer. É que foi criada uma expectativa muito grande. Eu queria jogar como contra o Avaí, chutando 23 bolas para o gol. Mas, às vezes, não dá – emendou.
O treinador entendeu que o Corinthians abusou da pressa no primeiro tempo, exatamente como havia pedido para não acontecer ao longo da semana de treinamentos. Para “acalmar” a equipe e dar mais força de criação, trocou o atacante Willian pelo meia Alex.
- No primeiro tempo, aceleramos demais, não construímos, erramos passes em demasia e pensamos em fazer o gol sem ter a saída de trás. No intervalo, coloquei um outro construtor para reter a bola na frente e carregar o adversário de faltas – ressaltou.
Corinthians sofre, mas bate o América-MG e continua como líder
Corinthians faz gol-relâmpago, mas joga mal e só consegue no segundo tempo o gol que o mantém na ponta da tabela e quebra série de derrotas
Por Carlos Augusto Ferrari e Julyana Travaglia São Paulo
O líder Corinthians precisou de muito sofrimento para evitar que a zebra passeasse pelo Pacaembu, nesta quarta-feira de muito frio em São Paulo. Depois de ficar em vantagem logo aos 28 segundos de jogo, o Timão transformou em drama uma vitória que parecia certa contra o lanterna América-MG. Em outra atuação ruim contra um adversário que joga defensivamente, o Alvinegro suou a camisa para fazer 2 a 1 e quebrar a série de duas derrotas.
Além de reagir após os resultados negativos diante de Cruzeiro e Avaí, o Corinthians consegue se manter por mais uma rodada na primeira colocação. Com 31 pontos e um jogo a menos, manteve-se à frente do Flamengo, segundo colocado e seu grande rival no momento. No próximo domingo, o Timão vai a Curitiba enfrentar o Atlético-PR, às 16h, na Arena da Baixada.
Já o América-MG continua em situação extremamente delicada. Não vence desde a primeira rodada, ocupa a lanterna do Campeonato Brasileiro e soma apenas oito pontos. No domingo, já com a chegada do técnico Givanildo Oliveira, recebe o Fluminense, às 16h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.
Gol-relâmpago de Jorge Henrique
A habitual pressão feita pelo Corinthians em jogos em São Paulo nunca deu tão certo quanto nesta quarta-feira. Não houve tempo para o América-MG sequer perceber que a partida havia começado. Foram apenas 28 segundos e 21 toques na bola do apito inicial ao gol de Jorge Henrique, o mais rápido da edição 2011 do Brasileirão. William chutou cruzado da direita, e o Baixola se esticou para empurrar a bola para a rede.
O Coelho não mudou sua defensiva forma de atuar, mas corrigiu o maior erro: a marcação. Dudu grudou em Danilo e atrapalhou todo o setor de criação alvinegro. Willian, Emerson e Jorge Henrique deixaram de ser abastecidos e se isolaram. Para piorar, os laterais Weldinho e Fábio Santos ficaram travados com a abertura dos atacantes rivais pelos lados e deixaram de ser alternativas no campo de ataque.
A espera dos mineiros era por um erro do Corinthians para tentar empatar. E ele veio, aos 14 minutos, em uma indecisão de Renan, muito abaixo do nível que apresentou no Avaí. Após cruzamento de Marcos Rocha, o goleiro saiu errado do gol, trombou com Leandro Castán, e Kempes igualou. A partir disso, o Timão não mais se encontrou. O maior susto que conseguiu dar em Neneca foi em uma cabeçada para fora de Leandro Castán já nos momentos finais.
Paulinho comemora o gol da vitória do Corinthians sobre o América-MG (Foto: Ag. Estado)
Paulinho, o salvador
O Corinthians voltou para o segundo tempo com um jogador a mais na criação. Alex entrou no lugar de Willian para auxiliar Danilo. Entretanto, foi o América-MG que levou mais perigo. Com a marcação do Timão avançada, o Coelho ganhou espaço para atacar. Em belo passe de Ricardinho, Kempes ficou de frente para Renan na área, mas demorou a finalizar e foi travado por Ralf, perdendo grande oportunidade de virar.
A forte marcação dos mineiros continuou atrapalhando (e muito) o Corinthians. Alex não conseguiu fazer o rendimento do meio de campo subir. Paulinho perdeu chance clara ao cabecear para fora dentro da pequena área. O volante, porém, seria decisivo aos 21 minutos. Alex cobrou falta, a bola explodiu na barreira e sobrou limpa para o marcador empurrar para a rede. Na reclamação de um impedimento, que não existiu, Gilson foi expulso.
O segundo gol acalmou a torcida e deu mais tranquilidade para o Corinthians administrar o placar. Sem força, o América-MG pouco perigo levou ao gol de Renan para tentar empatar. Emerson, aos 39, ainda perdeu boa chance de fazer o terceiro em chute perigoso à esquerda de Neneca. Vitória com sofrimento e liderança assegurada.
Além de reagir após os resultados negativos diante de Cruzeiro e Avaí, o Corinthians consegue se manter por mais uma rodada na primeira colocação. Com 31 pontos e um jogo a menos, manteve-se à frente do Flamengo, segundo colocado e seu grande rival no momento. No próximo domingo, o Timão vai a Curitiba enfrentar o Atlético-PR, às 16h, na Arena da Baixada.
Já o América-MG continua em situação extremamente delicada. Não vence desde a primeira rodada, ocupa a lanterna do Campeonato Brasileiro e soma apenas oito pontos. No domingo, já com a chegada do técnico Givanildo Oliveira, recebe o Fluminense, às 16h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.
Gol-relâmpago de Jorge Henrique
A habitual pressão feita pelo Corinthians em jogos em São Paulo nunca deu tão certo quanto nesta quarta-feira. Não houve tempo para o América-MG sequer perceber que a partida havia começado. Foram apenas 28 segundos e 21 toques na bola do apito inicial ao gol de Jorge Henrique, o mais rápido da edição 2011 do Brasileirão. William chutou cruzado da direita, e o Baixola se esticou para empurrar a bola para a rede.
saiba mais
Uma goleada se desenhava no Pacaembu. O que o líder do campeonato seria capaz de fazer em sua casa quase lotada (27.884 pagantes, com renda de R$ 883.660) diante do último colocado e sério candidato ao rebaixamento? Por alguns minutos, o Corinthians seguiu soberano, com passes rápidos e muita facilidade para chegar ao ataque. A tranquilidade, porém, durou muito menos que a torcida e Tite imaginavam.O Coelho não mudou sua defensiva forma de atuar, mas corrigiu o maior erro: a marcação. Dudu grudou em Danilo e atrapalhou todo o setor de criação alvinegro. Willian, Emerson e Jorge Henrique deixaram de ser abastecidos e se isolaram. Para piorar, os laterais Weldinho e Fábio Santos ficaram travados com a abertura dos atacantes rivais pelos lados e deixaram de ser alternativas no campo de ataque.
A espera dos mineiros era por um erro do Corinthians para tentar empatar. E ele veio, aos 14 minutos, em uma indecisão de Renan, muito abaixo do nível que apresentou no Avaí. Após cruzamento de Marcos Rocha, o goleiro saiu errado do gol, trombou com Leandro Castán, e Kempes igualou. A partir disso, o Timão não mais se encontrou. O maior susto que conseguiu dar em Neneca foi em uma cabeçada para fora de Leandro Castán já nos momentos finais.
Paulinho, o salvador
O Corinthians voltou para o segundo tempo com um jogador a mais na criação. Alex entrou no lugar de Willian para auxiliar Danilo. Entretanto, foi o América-MG que levou mais perigo. Com a marcação do Timão avançada, o Coelho ganhou espaço para atacar. Em belo passe de Ricardinho, Kempes ficou de frente para Renan na área, mas demorou a finalizar e foi travado por Ralf, perdendo grande oportunidade de virar.
A forte marcação dos mineiros continuou atrapalhando (e muito) o Corinthians. Alex não conseguiu fazer o rendimento do meio de campo subir. Paulinho perdeu chance clara ao cabecear para fora dentro da pequena área. O volante, porém, seria decisivo aos 21 minutos. Alex cobrou falta, a bola explodiu na barreira e sobrou limpa para o marcador empurrar para a rede. Na reclamação de um impedimento, que não existiu, Gilson foi expulso.
O segundo gol acalmou a torcida e deu mais tranquilidade para o Corinthians administrar o placar. Sem força, o América-MG pouco perigo levou ao gol de Renan para tentar empatar. Emerson, aos 39, ainda perdeu boa chance de fazer o terceiro em chute perigoso à esquerda de Neneca. Vitória com sofrimento e liderança assegurada.
R10 credita boa fase às variações táticas promovidas por Luxa
Craque diz que Flamengo tem diversas maneiras de jogar, tratando Vanderlei como um 'treinador muito bom'
Por GLOBOESPORTE.COM Sete Lagoas
- Estamos melhorando sempre, pouco a pouco. E é com os pés no chão que conseguimos resultados como o de hoje (quarta). Temos muito respeito por todos os nossos adversários. Esse é o caminho. Além disso, temos várias maneiras de jogar. Contamos com um técnico muito bom, que treina diversas táticas. Isso nos ajuda demais - festejou, em entrevista ao site oficial do clube,
De olho no duelo com o Coritiba, marcado para o sábado, no Engenhão, o meia torce para que os jogadores sigam concentrados e mantenham a mesma pegada.
- Espero que possamos continuar fazendo tudo certo para manter essa invencibilidade por mais e mais tempo - concluiu.
Ronaldinho é o artilheiro do Campeonato Brasileiro, com nove gols marcados. Nesta quarta-feira, foi dele a assistência para o gol de Deivid.
‘Foi uma atuação de equipe que quer Chegar diz Luxemburgo".
Técnico destaca a eficiência na marcação sobre Montillo, principal
jogador do Cruzeiro, e lembra: 'Tem muita estrada para percorrer'
Por Richard Souza Sete Lagoas, MG
- Jogar contra o Cruzeiro é sempre muito difícil. Não lembro de o Felipe ter feito uma defesa importante. O time esteve forte no jogo, aplicado, acompanhou o argentino deles que é muito bom jogador. Controlamos bem isso. Foi atuação de equipe que quer chegar.
O time de Luxa completou um trinca de vitórias contra rivais considerados difíceis. A equipe, que já havia superado Santos, na Vila Belmiro, e Grêmio, no Rio, conseguiu passar com 100% de aproveitamento pela sequência dura.
Estamos caminhando, mas tem muita estrada para percorrer ainda. Temos que objetivar o título e a vaga na Libertadores. Mas isso só vai se decidir lá na frente"
Vanderlei Luxemburgo
Com o resultado em Sete Lagoas-MG, o Flamengo chegou aos 30 pontos, manteve a vice-liderança e está a um do líder Corinthians. O Timão também venceu na rodada. Em São Paulo, superou o América-MG, por 2 a 1.
- Não estamos pressionados. Estamos jogando a competição. Não adianta pensar no Corinthians. O empate contra o Cruzeiro seria um bom resultado. Temos de jogar contra o Coritiba agora para ganhar. Ganhando em casa, você vai jogar fora mais confortável.
Flamengo e Coritiba se enfrentam no sábado, no Engenhão, às 18h30m (de Brasília).
Fla se impõe, derruba tabu contra o Cruzeiro e não larga o Corinthians
Rubro-Negro volta a vencer a Raposa depois de sete derrotas, faz 1 a 0 e continua a um ponto do Timão. Time de Joel perde a terceira seguida
Por Richard Souza Sete Lagoas, MG
Espera aí, Corinthians. Não respire aliviado porque o Flamengo continua atrás de você, só um pontinho. Nesta quarta-feira, o líder agiu, e o vice-líder respondeu. Enquanto o Timão derrotou o América-MG e chegou aos 31 pontos (em 13 jogos), o Rubro-Negro superou o Cruzeiro por 1 a 0, fora de casa, e chegou a 30 (em 14 jogos). Na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, Deivid fez o único gol da partida, após assistência de Ronaldinho. O camisa 9, que já havia marcado contra Atlético-MG e América-MG, fez a trinca sobre os mineiros e chegou a seis gols no Brasileirão.
Em grande estilo, os cariocas encerram um incômodo jejum. Das equipes que disputam a Séria A em 2011, a Raposa era o clube que o Flamengo não derrotava havia mais tempo. Nos últimos sete jogos, havia perdido todos. A última vitória fora conquistada em setembro de 2007, no Rio.
O time de Joel Santana estacionou nos 18 pontos e caiu para o 11º lugar. Pior: foi a terceira derrota seguida, a segunda consecutiva em casa. Os 14.863 pagantes (com renda de R$ 252.659) que foram ao estádio chiaram. Nem Montillo, o craque do time, conseguiu encantar. Apesar do esforço, foi sempre bem marcado. Teve Airton e Renato como duas sombras chatas e persistentes.
No fim de semana, o Flamengo recebe o Coritiba, sábado, no Engenhão, às 18h30m. No domingo, às 16h, o Cruzeiro visita o Inter, no Beira-Rio, em Porto Alegre.
Deivid comemora o gol da vitória, abraçado por Thiago Neves (Foto: Ag. Estado)Cruzeiro se encolhe, e Flamengo aproveita
Ronaldinho chegou à Arena do Jacaré com uma caixa de som tamanho família e música no volume máximo. Inspiração e ritmo para tentar repetir contra o Cruzeiro o nível de atuação que teve contra Santos e Grêmio. Ora no meio, ora bem aberto pela esquerda, Gaúcho incomodou os marcadores com dribles curtos e algumas arrancadas. Deu carrinho, orientou os companheiros e arriscou um chute da entrada da área que se perdeu pela linha de fundo.
Em casa e apoiada pela torcida, a Raposa colocou a cautela embaixo do braço e esperou a hora de atacar. Joel Santana mandou um time diferente a campo. Leandro Guerreiro e Ortigoza foram barrados; Everton entrou na lateral esquerda, Diego Renan assumiu a lateral direita, e Reis, que chegou a ser oferecido sem custos a outros clubes, ganhou a primeira chance entre os titulares com o treinador. Assim como R10, Diego Renan tentou chute de fora da área e assustou Felipe.
O Flamengo dominou as ações no meio-campo, fez a bola girar e investiu nas inversões. O lado esquerdo foi o caminho preferido. Mesmo sem Willians, suspenso, Renato e Airton demonstraram segurança na marcação e colaram em Montillo feito carrapatos. Era preciso. Sabe-se lá o motivo, mas o argentino sente um prazer incomum de jogar contra o Flamengo. É assim desde a Libertadores do ano passado, quando defendia o Universidad de Chile. O jogo celeste passa inteirinho pelo camisa 10, que não se intimida com a perseguição. Guerreiro quase solitário, ele se movimentou, virou bolas e arriscou bons dribles. O problema é que Gilberto esteve apagado, Wallyson jogou recuado demais para dar combate a Junior Cesar, e Reis deu poucas opções.
Compatriota de Montillo, Bottinelli mostrou-se disperso, perdeu bolas mesmo quando esteve livre. Apesar de mais participativo, Thiago Neves foi bem marcado e não apareceu como de costume. O Rubro-Negro cresceu nos dez minutos finais. Primeiro, com uma chance na bola parada, aos 31. Renato disparou a bomba de esquerda, e Fábio fez excelente defesa. Aos 46, no último lance da etapa inicial, Ronaldinho apareceu de novo. O craque recebeu passe de Thiago Neves pelo lado direito da intermediária, despistou a marcação de Gil com um giro de corpo e só rolou para Deivid, livre, bater na saída de Fábio.
Montillo não conseguiu repetir as boas atuações contra o Fla desta vez (Foto: Washington Alves / VIPCOMM)Só Montillo não dá. Flamengo vence mais uma
Jogar futebol. Simples assim. Com a bola, atacar. Sem ela, defender. O Cruzeiro fez o básico na volta do intervalo. Sem mexer nas peças, Joel abriu mão da retranca. Diego Renan e Everton jogaram como laterais, apoiaram e arriscaram jogadas pela linha de fundo. Wallyson, atacante que é, adiantou o posicionamento e se livrou um pouco da responsabilidade de marcar Junior Cesar. A mudança de postura foi suficiente para levar o mínimo de perigo ao gol rubro-negro. Reis, Gilberto e Wallyson arriscaram alguns chutes, mas esbarraram na pontaria ruim e nos defensores.
O lado esquerdo continuou sendo a via ideal para o Flamengo. Por ali, o time desenhou alguns contra-ataques rápidos com Junior Cesar e R10, mas foi pouco efetivo. No meio-campo, Montillo continuou seguido de perto por Renato e Airton. Bottinelli e Thiago Neves também ajudaram no combate ao meia. Como depende muito do gringo, o Cruzeiro se viu sem alternativas.
Joel mudou, aos 20. A opção pelo inoperante Reis mostrou-se equivocada, e Everton não rendeu. Ortigoza e Sebá entraram para formar o trio de ataque com Wallyson, na tática do tudo ou nada. Luxa mexeu logo depois. Fierro substituiu Deivid, e Thiago Neves passou a jogar como atacante ao lado de Ronaldinho.
Foram pelo menos 20 minutos de insistência celeste, mas sem força e objetividade. Num perigoso contra-ataque, aos 40, Fierro ficou na cara do gol, tirou de Fábio, mas a bola, caprichosa que só ela, tocou as duas traves e não entrou. No minuto seguinte, Montillo, guerreiro solitário, cobrou falta, quase encobriu Felipe, mas ficou no travessão. Terceira vitória seguida do Flamengo, que continua forte na briga pelo título. Na Toca da Raposa, os próximos dias serão de cobranças. Na Arena, o primeiro alvo foi o presidente Zezé Perrella.
Em grande estilo, os cariocas encerram um incômodo jejum. Das equipes que disputam a Séria A em 2011, a Raposa era o clube que o Flamengo não derrotava havia mais tempo. Nos últimos sete jogos, havia perdido todos. A última vitória fora conquistada em setembro de 2007, no Rio.
O time de Joel Santana estacionou nos 18 pontos e caiu para o 11º lugar. Pior: foi a terceira derrota seguida, a segunda consecutiva em casa. Os 14.863 pagantes (com renda de R$ 252.659) que foram ao estádio chiaram. Nem Montillo, o craque do time, conseguiu encantar. Apesar do esforço, foi sempre bem marcado. Teve Airton e Renato como duas sombras chatas e persistentes.
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O Flamengo é a única equipe invicta neste Brasileirão e passou a ser o primeiro time da era dos pontos corridos a passar sem derrota pelos seus 14 primeiros jogos. Agora corre atrás da maior série invicta desde 2003, que pertence a São Paulo (em 2008) e Atlético-PR (em 2004): 18 partidas sem perder durante o campeonato.No fim de semana, o Flamengo recebe o Coritiba, sábado, no Engenhão, às 18h30m. No domingo, às 16h, o Cruzeiro visita o Inter, no Beira-Rio, em Porto Alegre.
Ronaldinho chegou à Arena do Jacaré com uma caixa de som tamanho família e música no volume máximo. Inspiração e ritmo para tentar repetir contra o Cruzeiro o nível de atuação que teve contra Santos e Grêmio. Ora no meio, ora bem aberto pela esquerda, Gaúcho incomodou os marcadores com dribles curtos e algumas arrancadas. Deu carrinho, orientou os companheiros e arriscou um chute da entrada da área que se perdeu pela linha de fundo.
Em casa e apoiada pela torcida, a Raposa colocou a cautela embaixo do braço e esperou a hora de atacar. Joel Santana mandou um time diferente a campo. Leandro Guerreiro e Ortigoza foram barrados; Everton entrou na lateral esquerda, Diego Renan assumiu a lateral direita, e Reis, que chegou a ser oferecido sem custos a outros clubes, ganhou a primeira chance entre os titulares com o treinador. Assim como R10, Diego Renan tentou chute de fora da área e assustou Felipe.
O Flamengo dominou as ações no meio-campo, fez a bola girar e investiu nas inversões. O lado esquerdo foi o caminho preferido. Mesmo sem Willians, suspenso, Renato e Airton demonstraram segurança na marcação e colaram em Montillo feito carrapatos. Era preciso. Sabe-se lá o motivo, mas o argentino sente um prazer incomum de jogar contra o Flamengo. É assim desde a Libertadores do ano passado, quando defendia o Universidad de Chile. O jogo celeste passa inteirinho pelo camisa 10, que não se intimida com a perseguição. Guerreiro quase solitário, ele se movimentou, virou bolas e arriscou bons dribles. O problema é que Gilberto esteve apagado, Wallyson jogou recuado demais para dar combate a Junior Cesar, e Reis deu poucas opções.
Compatriota de Montillo, Bottinelli mostrou-se disperso, perdeu bolas mesmo quando esteve livre. Apesar de mais participativo, Thiago Neves foi bem marcado e não apareceu como de costume. O Rubro-Negro cresceu nos dez minutos finais. Primeiro, com uma chance na bola parada, aos 31. Renato disparou a bomba de esquerda, e Fábio fez excelente defesa. Aos 46, no último lance da etapa inicial, Ronaldinho apareceu de novo. O craque recebeu passe de Thiago Neves pelo lado direito da intermediária, despistou a marcação de Gil com um giro de corpo e só rolou para Deivid, livre, bater na saída de Fábio.
Jogar futebol. Simples assim. Com a bola, atacar. Sem ela, defender. O Cruzeiro fez o básico na volta do intervalo. Sem mexer nas peças, Joel abriu mão da retranca. Diego Renan e Everton jogaram como laterais, apoiaram e arriscaram jogadas pela linha de fundo. Wallyson, atacante que é, adiantou o posicionamento e se livrou um pouco da responsabilidade de marcar Junior Cesar. A mudança de postura foi suficiente para levar o mínimo de perigo ao gol rubro-negro. Reis, Gilberto e Wallyson arriscaram alguns chutes, mas esbarraram na pontaria ruim e nos defensores.
O lado esquerdo continuou sendo a via ideal para o Flamengo. Por ali, o time desenhou alguns contra-ataques rápidos com Junior Cesar e R10, mas foi pouco efetivo. No meio-campo, Montillo continuou seguido de perto por Renato e Airton. Bottinelli e Thiago Neves também ajudaram no combate ao meia. Como depende muito do gringo, o Cruzeiro se viu sem alternativas.
Joel mudou, aos 20. A opção pelo inoperante Reis mostrou-se equivocada, e Everton não rendeu. Ortigoza e Sebá entraram para formar o trio de ataque com Wallyson, na tática do tudo ou nada. Luxa mexeu logo depois. Fierro substituiu Deivid, e Thiago Neves passou a jogar como atacante ao lado de Ronaldinho.
Foram pelo menos 20 minutos de insistência celeste, mas sem força e objetividade. Num perigoso contra-ataque, aos 40, Fierro ficou na cara do gol, tirou de Fábio, mas a bola, caprichosa que só ela, tocou as duas traves e não entrou. No minuto seguinte, Montillo, guerreiro solitário, cobrou falta, quase encobriu Felipe, mas ficou no travessão. Terceira vitória seguida do Flamengo, que continua forte na briga pelo título. Na Toca da Raposa, os próximos dias serão de cobranças. Na Arena, o primeiro alvo foi o presidente Zezé Perrella.
Resultado da Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011
| Copa do Mundo Sub-20 - Colômbia 2011 |
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| Primeira fase Grupo C Equador 0 x 2 Espanha Austrália 2 x 3 Costa Rica Grupo D Arábia Saudita 6 x 0 Guatemala Croácia 2 x 5 Nigéria |
| Campeonato Nacional |
|---|
| Fase única 14ª rodada Corinthians 2 x 1 América-MG Grêmio 2 x 2 Atlético-MG Figueirense 2 x 0 Botafogo Ceará 0 x 3 Avaí Vasco 2 x 0 Santos Cruzeiro 0 x 1 Flamengo Coritiba 1 x 1 Palmeiras |
| Copa Sul-Americana |
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| Fase Preliminar Jogos de ida Deportivo Quito 1 x 0 Deportivo Anzoátegui Olimpia-PAR 2 x 0 The Strongest San José 0 x 0 Nacional (PAR) |
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Uma ode ao futebol: Flamengo vence Santos num jogo espetacular na Vila
Peixe abre vantagem de 3 a 0, com show de Neymar. Mas Ronaldinho, que volta a ser o gênio dos tempos de Barcelona, comanda a reação carioca
Por Adilson Barros e Julyana Travaglia Santos, SP
Difícil achar um adjetivo para qualificar o que Santos e Flamengo fizeram nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Brasileirão. Um show, um concerto, um espetáculo? É pouco. Foi, enfim, um jogo histórico, que será lembrado por muito tempo. No fim, o Flamengo, de Ronaldinho Gaúcho, que saiu perdendo por 3 a 0, acabou levando a melhor sobre o Santos, num 5 a 4 de encher os olhos, para apagar da memória dos torcedores brasileiros o burocrático futebol apresentado pela Seleção Brasileira na Copa América. O craque rubro-negro, enfim, mostrou a que veio quando retornou ao Brasil. Foi genial, como há muito tempo não era, marcando três gols, chegando a oito, artilheiro da competição. Neymar também brilhou, com dribles desconcertantes e dois gols, o primeiro antológico.
Muitos gols, uma obra-prima e o vilão
Ninguém tinha dúvidas de que seria um grande jogo, mas acabou saindo melhor, bem melhor mesmo, do que a encomenda. Craques dos dois lados, jogadas de efeito e muitos gols - um deles, de Neymar, uma obra de arte. Foram seis tentos apenas no primeiro tempo. As duas zagas sofreram muito e falharam demais também. Bom para o espetáculo, que começou com o Santos como protagonista.
Tocando fácil, de primeira, Ganso, Elano e Ibson se achavam em campo. E todos encontravam Borges. Elano, principalmente. Num lançamento primoroso, logo nos movimentos iniciais da partida, o meia largou o camisa 9 na cara de Felipe. Com extrema tranquilidade, o parceiro de Neymar deu um leve toque, o suficiente para tirar a bola do alcance do goleiro rubro-negro.
Ronaldinho Gaúcho faz a festa na Vila Belmiro
(Foto: Eliaria Andrade / Ag. O Globo)O Fla até tinha a bola e explorava bem o lado esquerdo da defesa alvinegra, com Luiz Antônio aproveitando-se dos espaços às costas de Léo. Mas o Peixe era mais incisivo. Borges ampliou, completando jogada individual de Neymar, que, deitado no chão, conseguiu acertar o passe para o companheiro.
O time rubro-negro parecia entregue. E Neymar, inspirado. A goleada estava desenhada e com um toque de gênio. Aos 26, o craque santista arrancou pelo meio, jogou para Borges, que escorou e devolveu. Num drible improvável, o camisa 11 passou por Welinton, Angelim e ficou na frente de Felipe. O toque final foi leve, por baixo do goleiro. A Vila Belmiro aplaudiu de pé.
A festa alvinegra estava armada. Cabia muito mais. Aliás, houve muito mais. Só que, agora, por parte do Flamengo. O jogo mudou de lado. O Rubro-Negro não se intimidou com a vantagem adversária e continuou indo para cima. Marcou dois gols rápidos, com Ronaldinho e Thiago Neves e pressionou o Santos, que apresentava muitas falhas defensivas. Lembrou o time de 2010, que dava sustos na mesma medida em que marcava gols.
Foi aí que apareceu o vilão da noite. Neymar, endiabrado, invadiu a área pela esquerda e caiu. O árbitro marcou pênalti de Willians. Uma marcação duvidosa. Borges pegou a bola para bater, mas Elano assumiu a bronca. Queria se redimir do vexame da Copa América, quando, na decisão por penalidades nas quartas de final, contra o Paraguai, ele mandou uma bola na estratosfera, muito acima da meta. Em momentos difíceis, abusar não costuma ser prudente. Uma cavadinha displicente. A bola, leve, tranquila, morreu nos braços de Felipe, que ainda teve tempo de 'descontar' a ousadia do santista ao fazer embaixadinhas antes de repor a bola em jogo.
A Vila caiu em vaias na cabeça de Elano, que chegou a fazer sinais para os alvinegros descontentes. Para piorar a situação do meia santista, Deivid, escorando cobrança de escanteio, empatou a partida. O Flamengo estava vivo; o Santos, adormecido. Elano, em maus lençóis.
Thiago Neves marca o segundo gol do Fla, de cabeça (Foto: Alexandre Vidal / FlaImagem)Neymar + Ronaldinho = show
O segundo tempo foi tão eletrizante quanto o primeiro. O Fla foi melhor, teve mais a bola. Chegou, inclusive, a encurrralar o Peixe. O sistema defensivo santista falhava na marcação. Ronaldinho e Thiago Neves tinham muito espaço para trocar passes. Os alvinegros, mal posicionados, corriam atrás. Neymar, porém, fazia a diferença. Puxando contra-ataques, ele tirou o Peixe do sufoco logo após o início do segundo tempo, arrancando pela esquerda e dando um toque inspirado para matar Felipe.
Mas Neymar não era o único protagonista do jogaço. Ronaldinho Gaúcho mostrou que o craque pensa à frente, surpreende, improvisa. Falta na entrada da área, pelo lado direito. Rafael armou a barreira e se posicionou no lado direito. Todos esperavam a batida por cima da barreira. Esperto, o camisa 10 tocou rasteiro. A bola passou por baixo e enganou o goleiro santista. 4 a 4!
A Vila Belmiro não respirava. Privilegiadas, as quase 13 mil testemunhas do jogo do ano no Brasil não desgrudavam os olhos do gramado. Qualquer piscada e se perderia um drible de Neymar, um toque refinado de Ronaldinho.
Neymar driblava, chutava, só sofria mesmo com a marcação de Willians. O jeito era fazer a bola não chegar ao astro santista. Foi isso o que o Flamengo fez quando roubou a bola no meio de campo - num erro de Ganso. Um contra-ataque mortal, com Ronaldinho arrancando pela esquerda, invadindo a área e definindo o placar.
Uma salva de palmas para o futebol.
Muitos gols, uma obra-prima e o vilão
Ninguém tinha dúvidas de que seria um grande jogo, mas acabou saindo melhor, bem melhor mesmo, do que a encomenda. Craques dos dois lados, jogadas de efeito e muitos gols - um deles, de Neymar, uma obra de arte. Foram seis tentos apenas no primeiro tempo. As duas zagas sofreram muito e falharam demais também. Bom para o espetáculo, que começou com o Santos como protagonista.
Tocando fácil, de primeira, Ganso, Elano e Ibson se achavam em campo. E todos encontravam Borges. Elano, principalmente. Num lançamento primoroso, logo nos movimentos iniciais da partida, o meia largou o camisa 9 na cara de Felipe. Com extrema tranquilidade, o parceiro de Neymar deu um leve toque, o suficiente para tirar a bola do alcance do goleiro rubro-negro.
(Foto: Eliaria Andrade / Ag. O Globo)
O time rubro-negro parecia entregue. E Neymar, inspirado. A goleada estava desenhada e com um toque de gênio. Aos 26, o craque santista arrancou pelo meio, jogou para Borges, que escorou e devolveu. Num drible improvável, o camisa 11 passou por Welinton, Angelim e ficou na frente de Felipe. O toque final foi leve, por baixo do goleiro. A Vila Belmiro aplaudiu de pé.
A festa alvinegra estava armada. Cabia muito mais. Aliás, houve muito mais. Só que, agora, por parte do Flamengo. O jogo mudou de lado. O Rubro-Negro não se intimidou com a vantagem adversária e continuou indo para cima. Marcou dois gols rápidos, com Ronaldinho e Thiago Neves e pressionou o Santos, que apresentava muitas falhas defensivas. Lembrou o time de 2010, que dava sustos na mesma medida em que marcava gols.
Foi aí que apareceu o vilão da noite. Neymar, endiabrado, invadiu a área pela esquerda e caiu. O árbitro marcou pênalti de Willians. Uma marcação duvidosa. Borges pegou a bola para bater, mas Elano assumiu a bronca. Queria se redimir do vexame da Copa América, quando, na decisão por penalidades nas quartas de final, contra o Paraguai, ele mandou uma bola na estratosfera, muito acima da meta. Em momentos difíceis, abusar não costuma ser prudente. Uma cavadinha displicente. A bola, leve, tranquila, morreu nos braços de Felipe, que ainda teve tempo de 'descontar' a ousadia do santista ao fazer embaixadinhas antes de repor a bola em jogo.
A Vila caiu em vaias na cabeça de Elano, que chegou a fazer sinais para os alvinegros descontentes. Para piorar a situação do meia santista, Deivid, escorando cobrança de escanteio, empatou a partida. O Flamengo estava vivo; o Santos, adormecido. Elano, em maus lençóis.
O segundo tempo foi tão eletrizante quanto o primeiro. O Fla foi melhor, teve mais a bola. Chegou, inclusive, a encurrralar o Peixe. O sistema defensivo santista falhava na marcação. Ronaldinho e Thiago Neves tinham muito espaço para trocar passes. Os alvinegros, mal posicionados, corriam atrás. Neymar, porém, fazia a diferença. Puxando contra-ataques, ele tirou o Peixe do sufoco logo após o início do segundo tempo, arrancando pela esquerda e dando um toque inspirado para matar Felipe.
Mas Neymar não era o único protagonista do jogaço. Ronaldinho Gaúcho mostrou que o craque pensa à frente, surpreende, improvisa. Falta na entrada da área, pelo lado direito. Rafael armou a barreira e se posicionou no lado direito. Todos esperavam a batida por cima da barreira. Esperto, o camisa 10 tocou rasteiro. A bola passou por baixo e enganou o goleiro santista. 4 a 4!
A Vila Belmiro não respirava. Privilegiadas, as quase 13 mil testemunhas do jogo do ano no Brasil não desgrudavam os olhos do gramado. Qualquer piscada e se perderia um drible de Neymar, um toque refinado de Ronaldinho.
Neymar driblava, chutava, só sofria mesmo com a marcação de Willians. O jeito era fazer a bola não chegar ao astro santista. Foi isso o que o Flamengo fez quando roubou a bola no meio de campo - num erro de Ganso. Um contra-ataque mortal, com Ronaldinho arrancando pela esquerda, invadindo a área e definindo o placar.
Uma salva de palmas para o futebol.
| Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Ibson, Elano (Alan Kardec) e Ganso; Neymar e Borges. | Felipe, Léo Moura, Welinton (David), Ronaldo Angelim e Junior Cesar; Willians, Luiz Antonio (Bottinelli), Renato e Thiago Neves; Ronaldinho e Deivid (Jean). |
| Técnico: Muricy Ramalho | Técnico: Vanderlei Luxemburgo |
| Gols: Borges, 4, 16, Neymar, 26, Ronaldinho Gaúcho, 28, Thiago Neves, 31, Deivid, 43 minutos do primeiro tempo; Neymar, 5, Ronaldinho Gaúcho, 22, 36 minutos do segundo tempo | |
| Cartões amarelos: Welinton, Willians, Thiago Neves, Renato (Flamengo). Léo, Neymar (Santos) | |
| Local: Vila Belmiro, em Santos (SP). Data: 27/07/2011. Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO). Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Erich Bandeira (PE). Renda e público: R$ 312.040,00/12.968 pagantes. | |
Brilhante, Neymar se rende a Ronaldinho: 'É um gênio'
Craque alvinegro jogou muito, mas não o suficiente para fazer o Peixe superar o Flamengo, que contou com um camisa 10 inspiradíssimo
Por Adilson Barros Santos, SP
também brilha (Foto: Ag. Estado)
- Eu fico chateado porque abrimos 3 a 0 e levamos a virada. Isso não pode acontecer. Demos muito espaço para o Ronaldinho e ele resolveu - afirmou o craque santista.
Neymar não acha que o time falhou na marcação do camisa 10 do Flamengo. Para o santista, Ronaldinho, mesmo marcado, resolve.
- É um gênio, um craque. Ele jogou muito e resolveu o jogo para o Flamengo. Infelizmente, não conseguimos segurar a nossa vantagem. Agora, vamos procurar trabalhar para recuperar esses pontos.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Domingo, 17 de Julho de 2011
| Eliminatórias da Concacaf |
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| Primeira fase Jogo de volta Belize 3 x 1 Montserrat |
| Campeonato Nacional |
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| Fase única 10ª rodada Ceará 4 x 0 América-MG Cruzeiro 2 x 1 Bahia Internacional 0 x 3 São Paulo |
| Copa América - Argentina 2011 |
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| Quartas de final Brasil (0) 0 x 0 (2) Paraguai Chile 1 x 2 Venezuela |
| Campeonato Brasileiro - Série D |
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| 1ª fase Grupo 1 Penarol-AM 1 x 2 Cuiabá-MT Grupo 2 São Raimundo-PA 1 x 2 Sampaio Correa-MA Trem 2 x 1 Independente-PA Grupo 3 Guarani-CE 3 x 0 Santa Cruz-RN Alecrim 1 x 3 Santa Cruz-PE Grupo 4 Bahia de Feira 1 x 0 River Plate-SE Treze-PB 2 x 0 Vitória da Conquista Grupo 5 Tocantinópolis 1 x 2 Anapolina Grupo 6 Sendas 0 x 0 Formosa Grupo 8 Cianorte 1 x 0 Cruzeiro-RS Grupo 7 CENE-MS 3 x 3 Oeste Mirassol 1 x 0 Operário |
| Copa do Mundo de futebol feminino |
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| Final Estados Unidos (1) 2 x 2 (3) Japão |
| Campeonato Brasileiro - Série C | ||||||||||||
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| Primeira fase Grupo D Santo André 2 x 3 Brasil de Pelotas Caxias 2 x 2 Chapecoense Sábado, 16 de Julho de 2011
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