quinta-feira, 28 de julho de 2011

Uma ode ao futebol: Flamengo vence Santos num jogo espetacular na Vila

Peixe abre vantagem de 3 a 0, com show de Neymar. Mas Ronaldinho, que volta a ser o gênio dos tempos de Barcelona, comanda a reação carioca


Por Adilson Barros e Julyana Travaglia Santos, SP

Difícil achar um adjetivo para qualificar o que Santos e Flamengo fizeram nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Brasileirão. Um show, um concerto, um espetáculo? É pouco. Foi, enfim, um jogo histórico, que será lembrado por muito tempo. No fim, o Flamengo, de Ronaldinho Gaúcho, que saiu perdendo por 3 a 0, acabou levando a melhor sobre o Santos, num 5 a 4 de encher os olhos, para apagar da memória dos torcedores brasileiros o burocrático futebol apresentado pela Seleção Brasileira na Copa América. O craque rubro-negro, enfim, mostrou a que veio quando retornou ao Brasil. Foi genial, como há muito tempo não era, marcando três gols, chegando a oito, artilheiro da competição. Neymar também brilhou, com dribles desconcertantes e dois gols, o primeiro antológico.
Muitos gols, uma obra-prima e o vilão
Ninguém tinha dúvidas de que seria um grande jogo, mas acabou saindo melhor, bem melhor mesmo, do que a encomenda. Craques dos dois lados, jogadas de efeito e muitos gols - um deles, de Neymar, uma obra de arte. Foram seis tentos apenas no primeiro tempo. As duas zagas sofreram muito e falharam demais também. Bom para o espetáculo, que começou com o Santos como protagonista.
Tocando fácil, de primeira, Ganso, Elano e Ibson se achavam em campo. E todos encontravam Borges. Elano, principalmente. Num lançamento primoroso, logo nos movimentos iniciais da partida, o meia largou o camisa 9 na cara de Felipe. Com extrema tranquilidade, o parceiro de Neymar deu um leve toque, o suficiente para tirar a bola do alcance do goleiro rubro-negro.
Ronaldinho Gaúcho comemora gol do Flamengo sobre o Santos (Foto: Eliaria Andrade / Ag. O Globo)Ronaldinho Gaúcho faz a festa na Vila Belmiro
(Foto: Eliaria Andrade / Ag. O Globo)
O Fla até tinha a bola e explorava bem o lado esquerdo da defesa alvinegra, com Luiz Antônio aproveitando-se dos espaços às costas de Léo. Mas o Peixe era mais incisivo. Borges ampliou, completando jogada individual de Neymar, que, deitado no chão, conseguiu acertar o passe para o companheiro.
O time rubro-negro parecia entregue. E Neymar, inspirado. A goleada estava desenhada e com um toque de gênio. Aos 26, o craque santista arrancou pelo meio, jogou para Borges, que escorou e devolveu. Num drible improvável, o camisa 11 passou por Welinton, Angelim e ficou na frente de Felipe. O toque final foi leve, por baixo do goleiro. A Vila Belmiro aplaudiu de pé.
A festa alvinegra estava armada. Cabia muito mais. Aliás, houve muito mais. Só que, agora, por parte do Flamengo. O jogo mudou de lado. O Rubro-Negro não se intimidou com a vantagem adversária e continuou indo para cima. Marcou dois gols rápidos, com Ronaldinho e Thiago Neves e pressionou o Santos, que apresentava muitas falhas defensivas. Lembrou o time de 2010, que dava sustos na mesma medida em que marcava gols.
Foi aí que apareceu o vilão da noite. Neymar, endiabrado, invadiu a área pela esquerda e caiu. O árbitro marcou pênalti de Willians. Uma marcação duvidosa. Borges pegou a bola para bater, mas Elano assumiu a bronca. Queria se redimir do vexame da Copa América, quando, na decisão por penalidades nas quartas de final, contra o Paraguai, ele mandou uma bola na estratosfera, muito acima da meta. Em momentos difíceis, abusar não costuma ser prudente. Uma cavadinha displicente. A bola, leve, tranquila, morreu nos braços de Felipe, que ainda teve tempo de 'descontar' a ousadia do santista ao fazer embaixadinhas antes de repor a bola em jogo.
A Vila caiu em vaias na cabeça de Elano, que chegou a fazer sinais para os alvinegros descontentes. Para piorar a situação do meia santista, Deivid, escorando cobrança de escanteio, empatou a partida. O Flamengo estava vivo; o Santos, adormecido. Elano, em maus lençóis.
Thiago Neves no jogo do Flamengo contra o Santos (Foto: Alexandre Vidal / FlaImagem)Thiago Neves marca o segundo gol do Fla, de cabeça (Foto: Alexandre Vidal / FlaImagem)
Neymar + Ronaldinho = show
O segundo tempo foi tão eletrizante quanto o primeiro. O Fla foi melhor, teve mais a bola. Chegou, inclusive, a encurrralar o Peixe. O sistema defensivo santista falhava na marcação. Ronaldinho e Thiago Neves tinham muito espaço para trocar passes. Os alvinegros, mal posicionados, corriam atrás. Neymar, porém, fazia a diferença. Puxando contra-ataques, ele tirou o Peixe do sufoco logo após o início do segundo tempo, arrancando pela esquerda e dando um toque inspirado para matar Felipe.
Mas Neymar não era o único protagonista do jogaço. Ronaldinho Gaúcho mostrou que o craque pensa à frente, surpreende, improvisa. Falta na entrada da área, pelo lado direito. Rafael armou a barreira e se posicionou no lado direito. Todos esperavam a batida por cima da barreira. Esperto, o camisa 10 tocou rasteiro. A bola passou por baixo e enganou o goleiro santista. 4 a 4!
A Vila Belmiro não respirava. Privilegiadas, as quase 13 mil testemunhas do jogo do ano no Brasil não desgrudavam os olhos do gramado. Qualquer piscada e se perderia um drible de Neymar, um toque refinado de Ronaldinho.
Neymar driblava, chutava, só sofria mesmo com a marcação de Willians. O jeito era fazer a bola não chegar ao astro santista. Foi isso o que o Flamengo fez quando roubou a bola no meio de campo - num erro de Ganso. Um contra-ataque mortal, com Ronaldinho arrancando pela esquerda, invadindo a área e definindo o placar.
Uma salva de palmas para o futebol.
SANTOS 4 X 5 FLAMENGO
Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Ibson, Elano (Alan Kardec) e Ganso; Neymar e Borges. Felipe, Léo Moura, Welinton (David), Ronaldo Angelim e Junior Cesar; Willians, Luiz Antonio (Bottinelli), Renato e Thiago Neves; Ronaldinho e Deivid (Jean).
Técnico: Muricy Ramalho Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Gols: Borges, 4, 16, Neymar, 26, Ronaldinho Gaúcho, 28, Thiago Neves, 31, Deivid, 43 minutos do primeiro tempo; Neymar, 5, Ronaldinho Gaúcho, 22, 36 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Welinton, Willians, Thiago Neves, Renato (Flamengo). Léo, Neymar (Santos)
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP). Data: 27/07/2011. Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO). Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Erich Bandeira (PE). Renda e público: R$ 312.040,00/12.968 pagantes.

Brilhante, Neymar se rende a Ronaldinho: 'É um gênio'

Craque alvinegro jogou muito, mas não o suficiente para fazer o Peixe superar o Flamengo, que contou com um camisa 10 inspiradíssimo


Por Adilson Barros Santos, SP

Neymar Santos x Flamengo (Foto: Ag. Estado)Neymar dá show, mas 'gênio' Ronalddinho Gaúcho
também brilha (Foto: Ag. Estado)
O atacante Neymar deixou o gramado, após a derrota por 5 a 4 para o Flamengo, com um gosto amargo na boca: ele deu show, fez dois gols, um deles de placa, mas não pôde comemorar a vitória. No fim, reverenciou Ronaldinho Gaúcho, que acabou fazendo a diferença para o lado rubro negro.
- Eu fico chateado porque abrimos 3 a 0 e levamos a virada. Isso não pode acontecer. Demos muito espaço para o Ronaldinho e ele resolveu - afirmou o craque santista.
Neymar não acha que o time falhou na marcação do camisa 10 do Flamengo. Para o santista, Ronaldinho, mesmo marcado, resolve.
- É um gênio, um craque. Ele jogou muito e resolveu o jogo para o Flamengo. Infelizmente, não conseguimos segurar a nossa vantagem. Agora, vamos procurar trabalhar para recuperar esses pontos.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Domingo, 17 de Julho de 2011

Eliminatórias da Concacaf
Primeira fase
Jogo de volta
Belize 3 x 1 Montserrat
Campeonato Nacional
Fase única
10ª rodada
Ceará 4 x 0 América-MG
Cruzeiro 2 x 1 Bahia
Internacional 0 x 3 São Paulo
Copa América - Argentina 2011
Quartas de final
Brasil (0) 0 x 0 (2) Paraguai
Chile 1 x 2 Venezuela
Campeonato Brasileiro - Série D
1ª fase
Grupo 1
Penarol-AM 1 x 2 Cuiabá-MT
Grupo 2
São Raimundo-PA 1 x 2 Sampaio Correa-MA
Trem 2 x 1 Independente-PA
Grupo 3
Guarani-CE 3 x 0 Santa Cruz-RN
Alecrim 1 x 3 Santa Cruz-PE
Grupo 4
Bahia de Feira 1 x 0 River Plate-SE
Treze-PB 2 x 0 Vitória da Conquista
Grupo 5
Tocantinópolis 1 x 2 Anapolina
Grupo 6
Sendas 0 x 0 Formosa
Grupo 8
Cianorte 1 x 0 Cruzeiro-RS
Grupo 7
CENE-MS 3 x 3 Oeste
Mirassol 1 x 0 Operário
Copa do Mundo de futebol feminino
Final
Estados Unidos (1) 2 x 2 (3) Japão
Campeonato Brasileiro - Série C
Primeira fase
Grupo D
Santo André 2 x 3 Brasil de Pelotas
Caxias 2 x 2 Chapecoense

Sábado, 16 de Julho de 2011

Campeonato Brasileiro - Série B
Fase única
11ª rodada
Ponte Preta 2 x 0 Guarani
Bragantino 3 x 2 Sport
Grêmio Barueri 1 x 2 Icasa
Salgueiro 2 x 1 Criciúma
ABC 3 x 0 Duque de Caxias
Campeonato Nacional
Fase única
10ª rodada
Vasco 2 x 1 Atlético-PR
Coritiba 3 x 1 Fluminense
Atlético-GO 0 x 1 Avaí
Santos 2 x 1 Atlético-MG
Copa América - Argentina 2011
Quartas de final
Colômbia 0 x 2 Peru
Argentina (4) 1 x 1 (5) Uruguai
Campeonato Brasileiro - Série C
Primeira fase
Grupo A
Águia de Marabá 1 x 0 Luverdense
Grupo B
CRB 1 x 0 Fortaleza
Guarany-CE 2 x 0 Campinense-PB
Grupo C
Brasiliense-DF 1 x 0 Madureira
Macaé 2 x 2 Marília
Campeonato Brasileiro - Série D
1ª fase
Grupo 1
Nacional-AM 0 x 0 Vila Aurora
Grupo 6
São Mateus 0 x 0 Volta Redonda
Grupo 8
Juventude 4 x 0 Brusque
Copa do Mundo de futebol feminino
Disputa de terceiro lugar
França 1 x 2 Suécia

 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Resultados das rodadas de 28 e 29 de Junho.

Terça-feira, 28 de Junho de 2011
Campeonato Brasileiro - Série B
Fase única
8ª rodada
Portuguesa 5 x 2 São Caetano
Duque de Caxias 0 x 0 Náutico
Americana 1 x 0 Grêmio Barueri
Sport 2 x 0 ABC
Guarani 0 x 1 Vila Nova-GO
Criciúma 1 x 0 Bragantino
Vitória 1 x 0 Paraná Clube
Salgueiro 2 x 3 Ponte Preta
Goiás 2 x 0 Boa
Icasa 1 x 1 ASA
Liga Futsal
Primeira fase
Santos/Cortiana 6 x 4 Suzano/ Drummond/ Penalty
São José/ ValeSul Shopping 6 x 1 SPFC/ Marília/ Construban
Krona/ Joinville/ DalPonte 2 x 1 Macaé Sports
AnápolisFutsal/ SuperBolla 1 x 3 Praia/Pepsi/Velox
Atlântico Apti UriErechim 3 x 3 Carlos Barbosa
Hipper Freios/ Unisul 2 x 2 Florianópolis FutSal
Copa do Mundo de futebol feminino
Primeira fase
C
Estados Unidos 2 x 0 Coreia do Norte
Colômbia 0 x 1 Suécia

Quarta-feira, 29 de Junho de 2011

Campeonato Nacional
Fase única
7ª rodada
Vasco 0 x 3 Cruzeiro
Grêmio 2 x 2 Avaí
Figueirense 2 x 1 Santos
América-MG 2 x 3 Flamengo
Bahia 0 x 1 Corinthians
São Paulo 0 x 2 Botafogo
Copa do Mundo de futebol Sub-17
Oitavas de final
Uzbequistão 4 x 0 Austrália
Brasil 2 x 0 Equador
Congo 1 x 2 Uruguai
Japão 6 x 0 Nova Zelândia
Copa do Mundo de futebol feminino
Primeira fase
D
Brasil 1 x 0 Austrália
Noruega 1 x 0 Guiné Equatorial
Eliminatória Asiática para a Copa 2014
Primeira fase
Jogos de ida
Camboja 4 x 2 Laos
Nepal 2 x 1 Timor Leste
Sri Lanka 1 x 1 Filipinas
Afeganistão 0 x 2 Palestina
Bangladesh 3 x 0 Paquistão
Mongólia 1 x 0 Mianmar
Vietnã 6 x 0 Macau
Malásia 2 x 1 Taiwan

sábado, 11 de junho de 2011

Barcelona atual entra no rol dos grandes clubes da historia do futebol mundial?

Barcelona pode se tornar um dos maiores da história;
27 de maio de 2011 • 17h24
O Barcelona dirigido por Pep Guardiola e comandado em campo por Xavi, Iniesta e Messi já pode ser considerado um dos maiores times da história?
Barcelona dirigido por Pep Guardiola já soma nove títulos
A pergunta é simples: o Barcelona de Pep Guardiola já pode entrar na galeria dos maiores esquadrões de todos os tempos? Ingredientes para isso não faltam. Craques como Xavi, Iniesta, Henry, Villa, Eto’o e o maior de todos, Messi, estão ou passaram por lá; os títulos também vieram aos montes – já são nove em três temporadas; e o estilo de jogo, aquilo que se perpetua na memória do torcedor, consegue a proeza de ser bonito e eficiente ao mesmo tempo.
Caso derrote o Manchester United neste sábado, em Wembley, e conquiste sua segunda Liga dos Campeões – a primeira foi contra o mesmo rival, em Roma, em 2009 – a geração de talentos comandada por Guardiola escreverá outro capítulo glorioso em sua recente história. Nos últimos anos, nenhum time mostrou tamanho domínio sobre os rivais.
Por isso, o Terra mostra outros 12 grandes times do futebol, em ordem cronológica, que se destacaram por títulos memoráveis, jogadores fantásticos ou simplesmente pela beleza de seu jogo – para que você decida se o Barcelona de Messi já figura entre os gigantes.
River Plate 1941/47
Time-base: Barrios (Grisetti); Vaghi e Ferreira; Yácono, Rudolfi (Rossi) e Ramos; Muñoz (Reys), Moreno, Pedernera (Di Stéfano), Labruna e Loustau. Técnico: Carlos Peucelle (Renato Cesarini)
Títulos: 4 Campeonatos Argentinos (1941, 1942, 1945 e 1947), 3 Copas Río de La Plata (1941, 1945 e 1947), 2 Copas Dr. Carlos Ibarguren (1941 e 1942), 1 Copa Adrián C. Escobar (1941)
O grande time do River Plate dos anos 1940 era conhecido como “La Máquina” e continha uma lendária linha ofensiva, pioneira em trocar posições no ataque, composta por Muñoz, Moreno, Pedernera, Labruna e Loustau – posteriormente, o jovem Alfredo Di Stéfano também fez parte do esquadrão. Outro apelido da equipe era “Os Cavaleiros da Angústia”, porque os jogadores ficavam tocando a bola entre si durante longos períodos, muitas vezes sem buscar o gol, angustiando o torcedor.
O rol de títulos não é impressionante porque não havia grandes competições internacionais – a Copa Río de La Plata, por exemplo, era um confronto entre os campeões de Argentina e Uruguai. Além disso, o mundo estava enfrentando a Segunda Guerra Mundial. Porém, há registros de jogos memoráveis, que exibiram toda a classe daquela equipe. Para os argentinos, se as Copas de 1942 e 1946 tivessem acontecido, seriam dois títulos praticamente certos para eles – graças à base da seleção composta pelos craques de “La Máquina”.
Honvéd 1950/56
Time-base: Grosics (Farago); Palicko (Rackosczy), Lorant, Banyai e Kovacs (Kotasz); Bozsik e Machos (Szusza); Budai, Kocsis, Puskas e Czibor.
Títulos: 4 Campeonatos Húngaros (1950, 1952, 1954 e 1955)
Assim como o River Plate da década anterior, o time que serviu de base para a fantástica seleção húngara de 1954 não tem grandes conquistas; apenas quatro campeonatos nacionais, tendo sido eliminado pelo Athletic Bilbao na única Copa da Europa que disputou. Porém, o que faz do Honvéd um dos maiores da história é a reunião de vários dos maiores craques da época, as partidas antológicas realizadas em viagens pela Europa e o estilo de jogo revolucionário e envolvente.
Antes chamado de Kispest, o time teve o nome alterado para Honvéd (“defensor da pátria”) em 1949 pelo governo comunista da Hungria, que colocou lá os melhores jogadores do país e transformou o clube em uma “seleção permanente”. Alguns dos nomes que fizeram parte da equipe – que, assim como o Barcelona atual, apresentava toque de bola praticamente perfeito e movimentação constante – são o goleiro Grosics, o zagueiro Lorant, o centromédio Bozsik, os pontas Budai e Czibor e os meias-atacantes Puskas e Kocsis.
Real Madrid 1956/61
Time-base: Alonso (Domínguez); Marquitos (Atienza), Santamaría, Muñoz (Santisteban) e Lesmes (Vidal); Zárraga e Di Stéfano; Joseíto (Canário), Marsal (Kopa), Rial (Puskas) e Gento. Técnico: Pepe Villanueva (Luis Carniglia/Miguel Muñoz)
Títulos: 1 Mundial Interclubes (1960), 5 Copas da Europa (1956, 1957, 1958, 1959 e 1960), 3 Campeonatos Espanhóis (1957, 1958, 1961)
Outro candidato a “maior time de todos os tempos” é o Real Madrid que dominou a Europa na segunda metade dos anos 1950, com cinco títulos continentais consecutivos – algo jamais superado até hoje. A constelação de craques tinha como astro maior o meia-atacante argentino Di Stéfano, até hoje idolatrado no clube; também brilhavam o francês Raymond Kopa e o espanhol Francisco Gento.
Em 1958, o mito húngaro Ferenc Puskas chegou para fortalecer ainda mais o time. A conquista da quinta Copa da Europa veio com uma vitória por 7 a 3 sobre o Eintracht Frankfurt em 1960, com três de Di Stéfano e quatro de Puskas, em um dos maiores jogos da história do futebol. A equipe que criou o mito da superioridade madrilena também faturou a primeira edição do Mundial Interclubes, no mesmo ano, batendo o uruguaio Peñarol por 5 a 1.
Santos 1960/67
Time-base: Gilmar (Cláudio); Lima (Carlos Alberto), Mauro (Ramos Delgado), Calvet (Orlando) e Dalmo (Geraldino/Rildo); Zito (Clodoaldo) e Mengálvio; Dorval, Coutinho (Toninho Guerreiro), Pelé e Pepe (Edu). Técnico: Lula (Antoninho)
Títulos: 2 Mundiais Interclubes (1962 e 1963), 2 Copas Libertadores (1962 e 1963), 5 Taças Brasil (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965), 1 Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1968), 6 Campeonatos Paulistas (1960, 1961, 1962, 1964, 1965 e 1967), 3 Torneios Rio-São Paulo (1963, 1964 e 1966)
O time que teve Pelé não teve só o maior jogador de todos os tempos, mas uma legião de jogadores espetaculares que marcaram época no futebol mundial. Gilmar, Mauro, Carlos Alberto, Zito, Mengálvio, Clodoaldo, Dorval, Coutinho, Pepe e Edu são alguns dos craques que mostraram seu talento na Vila Belmiro, na equipe que dominou o cenário brasileiro na década de 1960 e se tornou o primeiro clube brasileiro a ser campeão mundial – e bicampeão também.
O esquadrão santista impressiona também pela quantidade de títulos: para citar alguns, são dois Mundiais, duas Libertadores, cinco Taças Brasil e um Roberto Gomes Pedrosa (torneios com o mesmo peso do Campeonato Brasileiro, segundo determinação recente da CBF). Foram grandes gerações que se intercalaram no Santos durante a década, e tiveram em Pelé o ponto central em torno do qual as “seleções” alvinegras foram montadas.
Benfica 1960/68
Time-base: Costa Pereira (José Henrique); Cavém (Mário João), Germano (Humberto Fernandes), José Neto (Fernando Cruz) e Ângelo (Raul Machado); Santana (Jaime Graça) e Coluna; José Augusto, Eusébio, Águas (Torres) e Simões. Técnico: Béla Guttmann (Fernando Riera/Otto Glória)
Títulos: 2 Copas da Europa (1961 e 1962), 7 Campeonatos Portugueses (1960, 1961, 1963, 1964, 1965, 1967 e 1968), 3 Taças de Portugal (1962, 1964 e 1965)
O time que sucedeu o Real Madrid como grande sensação da Europa foi o Benfica dos anos 1960, liderado pela “Pantera Negra” Eusébio, um dos grandes rivais de Pelé. Base da seleção portuguesa que exibiu futebol envolvente e chegou em terceiro na Copa do Mundo de 1966, a equipe de Lisboa tinha simplesmente todo o setor ofensivo do time nacional: os habilidosos pontas José Augusto e Simões, o cerebral meia Coluna, o centroavante Torres e o craque Eusébio.
Vencedor de duas Copas da Europa em 1961 e 1962, o Benfica foi o primeiro time a quebrar a hegemonia do poderoso Real Madrid no continente. Depois, ainda chegou a mais três finais na década, mas acabou vencido em todas – contra Milan (1963), Inter de Milão (1965) e Manchester United (1968). Uma das grandes equipes do futebol mundial, que marcou época com títulos e um jogo vistoso.
Ajax 1966/1973
Time-base: Bals (Stuy); Suurbier, Hulshoff, Vasovic (Blankenburg) e Van Duivenbode (Krol); Groot (Haan), Mühren e Neeskens (Danielsson); Swart (Rep), Cruyff e Keizer. Técnico: Rinus Michels (Stefan Kovacs)
Títulos: 1 Mundial Interclubes (1972), 3 Copas da Europa (1971, 1972 e 1973), 1 Supercopa da Uefa (1973), 6 Campeonatos Holandeses (1966, 1967, 1968, 1970, 1972 e 1973), 4 Copas da Holanda (1967, 1970, 1971 e 1972)
Mais uma equipe lendária da história do futebol, o Ajax idealizado por Rinus Michels e comandado em campo por Johan Cruyff levou o jogo de passes e troca de posições dos húngaros a um novo estágio: o “futebol total”. Combinando uma mentalidade inovadora a jogadores jovens, com ótimo preparo físico e técnica excepcional, aquele que foi considerado o maior técnico do século XX criou uma equipe que foi tricampeã europeia – com a bola, movimentação e trocas constantes de posição; sem ela, pressão intensa na marcação no campo de ataque.
Não por acaso, é nessa linha também que atua o Barcelona de hoje. Cruyff, jogador que personificava o estilo único do Ajax, foi jogador e treinador do time catalão, instaurando por lá sua filosofia; também treinou o então volante Guardiola, hoje comandante da equipe azul-grená. Não é segredo que a grande inspiração barcelonista é o esquadrão que também forneceu a base para a seleção holandesa de 1974, com craques como Krol, Haan, Neeskens, Rep e o genial Cruyff.
Bayern de Munique 1969/76
Time-base: Maier; Koppenhöfer (Hansen), Schwarzenbeck, Beckenbauer e Breitner (Horsmann); Roth, Zobel (Dürnberger) e Hoeness; Mrotsko (Torstensson/Rummenigge), Gerd Müller e Brenninger (Kapellmann). Técnico: Udo Lattek (Dettmar Cramer)
Títulos: 1 Mundial Interclubes (1976), 3 Copas da Europa (1974, 1975 e 1976), 4 Campeonatos Alemães (1969, 1972, 1973 e 1974), 2 Copas da Alemanha (1969 e 1971)
Assim como o Honvéd foi o cerne da grande seleção húngara de 1954 e o Ajax forneceu a base para a “Laranja Mecânica” holandesa, o Bayern de Munique deu à Alemanha de 1974 nomes como Sepp Maier, Paul Breitner, Uli Hoeness, Gerd Müller e, acima de tudo, Franz Beckenbauer. E assim como o selecionado alemão desbancou os holandeses na final da Copa do Mundo, foi este Bayern que interrompeu o reinado do Ajax para se sagrar tricampeão europeu e tomar o cetro de melhor time do mundo na década de 1970.
E quando a geração multicampeã começava a envelhecer, outra joia entrou para a equipe: o atacante Karl-Heinz Rummenigge, um dos maiores do futebol alemão. Pelos craques e títulos, e com um jogo que aliava potência física, capacidade técnica e flexibilidade tática, este time se consolidou como um dos melhores em todos os tempos.
Flamengo 1978/83
Time-base: Raul (Cantarelli); Leandro (Toninho), Marinho (Manguito), Mozer (Figueiredo) e Júnior; Andrade (Carpegiani), Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico (Júlio César). Técnico: Cláudio Coutinho (Paulo César Carpegiani/Carlos Alberto Torres)
Títulos: 1 Mundial Interclubes (1981), 1 Copa Libertadores (1981), 3 Campeonatos Brasileiros (1980, 1982 e 1983), 4 Campeonatos Cariocas (1978, 1979, 1979 especial e 1981)
A geração mais talentosa e vitoriosa da história do Flamengo dominou o futebol brasileiro no início da década de 1980. Tendo sempre como astro um dos maiores jogadores da história, Zico, a equipe rubro-negra sofreu algumas reformulações ao longo dos anos; outros atletas espetaculares como Júnior, Adílio e Tita também foram quase sempre uma constante. Leandro, Mozer e Andrade são mais exemplos da legião de craques que era o time da Gávea.
Sob a batuta de Zico e companhia, o Flamengo – que nunca havia sido campeão nacional – venceu três Brasileiros (venceria mais um em 1987, mas já com uma equipe bastante modificada). Porém, as grandes conquistas deste time vieram em âmbito internacional: a Copa Libertadores e o Mundial Interclubes em 1981, desbancando no maior jogo da história do clube o fortíssimo Liverpool por 3 a 0.
Milan 1988/94
Time-base: Galli (Rossi); Tassotti (Panucci), Costacurta, Baresi e Maldini; Colombo (Desailly), Rijkaard (Albertini), Donadoni e Ancelotti (Boban); Gullit (Savicevic) e Van Basten (Massaro). Técnico: Arrigo Sacchi (Fabio Capello)
Títulos: 2 Mundiais Interclubes (1989 e 1990), 3 Ligas dos Campeões (1989, 1990 e 1994), 3 Supercopas da Uefa (1989, 1990 e 1994), 4 Campeonatos Italianos (1988, 1992, 1993 e 1994), 4 Supercopas da Itália (1988, 1992, 1993 e 1994)
Filósofo do futebol, o técnico Arrigo Sacchi criou um Milan quase imbatível no final dos anos 1980. A equipe praticava um jogo com ênfase no coletivo, ocupação igual de espaços, com uma equipe extremamente compacta, solidária e entrosada, em um 4-4-2 que dificilmente deixava áreas livres para o oponente criar; ao mesmo tempo, contava com talentos individuais fenomenais, como as lendas Baresi e Maldini na retaguarda, e a trinca de craques holandeses Rijkaard, Gullit e Van Basten.
Bicampeã europeia e mundial, a equipe sofreu mudanças sob o comando de Fabio Capello e perdeu um pouco do jogo coletivo espetacular que era sua marca – ainda assim, manteve a base defensiva e jogadores como Donadoni e Massaro. Na frente, novos craques, como Boban e Savicevic. A eficiência, porém, foi a mesma: o time foi tricampeão italiano e venceu a Liga dos Campeões em 1994 massacrando o grande Barcelona por 4 a 0, sacramentando o período como a “era de ouro” do Milan.
São Paulo 1991/94
Time-base: Zetti; Cafu, Antônio Carlos (Válber), Ronaldão (Gilmar) e Ronaldo Luiz (André Luiz); Adilson (Dinho), Pintado, Doriva (Toninho Cerezo) e Raí (Leonardo); Müller e Palhinha. Técnico: Telê Santana
Títulos: 2 Mundiais Interclubes (1992 e 1993), 2 Copas Libertadores (1992 e 1993), 2 Recopas Sul-Americanas (1993 e 1994), 1 Supercopa Libertadores (1993), 1 Copa Conmebol (1994), 1 Campeonato Brasileiro (1991), 2 Campeonatos Paulistas (1991 e 1992)
Dirigido por um dos maiores técnicos da história do futebol brasileiro, Telê Santana, o São Paulo pode se orgulhar de ter “dominado o mundo” no início dos anos 1990. Se não era uma legião de craques como outras grandes equipes, o time era técnico, rápido e ofensivo; não à toa, derrotou em dois Mundiais outros esquadrões desta lista, o Barcelona e o Milan. Além disso, ao longo dos anos, teve estrelas como Zetti, Cafu, Toninho Cerezo, Raí, Leonardo e Müller.
As conquistas internacionais do time deram definitivamente projeção mundial ao São Paulo, e a equipe ainda venceu um Campeonato Brasileiro no período. E o sucesso inquestionável da equipe tricolor se deve em grande parte a Telê, famoso por seus treinos exaustivos para melhorar os fundamentos dos atletas e pelo amor ao futebol ofensivo e corajoso.
Barcelona 1991/94
Time-base: Zubizarreta; Ferrer, Koeman, Juan Carlos (Nadal) e Sergi (Nando); Guardiola, Bakero e Michael Laudrup (Amor); Sacristán (Begiristain), Romário (Salinas) e Stoichkov. Técnico: Johan Cruyff
Títulos: 1 Copa da Europa (1992), 1 Supercopa da Uefa (1992), 4 Campeonatos Espanhóis (1991, 1992, 1993 e 1994), 3 Supercopas da Espanha (1991, 1992 e 1994)
O Barcelona do início dos anos 1990 não é chamado de “Dream Team” à toa. Sob o comando de Johan Cruyff, a equipe só poderia exibir o estilo de jogo que é a marca do craque holandês: futebol voltado para o ataque, com muita movimentação, ênfase na troca de passes, e marcação sufocante sem a bola. Nada muito diferente da equipe atual dos catalães – o que frequentemente gera questionamentos na Espanha sobre qual geração barcelonista é a melhor da história.
Além do tetracampeonato espanhol e da Copa da Europa de 1992, a equipe ficou marcada pela constelação que era seu elenco. Jogadores do calibre de Ronald Koeman, Pep Guardiola, Michael Laudrup, Hristo Stoichkov e Romário desfilaram seu talento no Camp Nou sob a batuta de Cruyff, que se manteve fiel à sua ideologia de futebol e produziu uma das equipes mais espetaculares de todos os tempos.
Boca Juniors 2000/2004
Time-base: Córdoba (Abbondanzieri); Ibarra, Bermúdez, Burdisso e Clemente Rodríguez; Battaglia, Villarreal, Diego Cagna (Gustavo Barros Schelotto) e Riquelme; Guillermo Barros Schelotto e Barijho (Chrisrian Gimenez). Técnico: Carlos Bianchi
Títulos: 2 Mundiais Interclubes (2000 e 2003), 3 Copas Libertadores (2000, 2001 e 2003), 1 Copa Sul-Americana (2004) e 2 Campeonatos Argentinos (Apertura 2000 e Apertura 2003)
Referência de competitividade no futebol sul-americano na última década, o Boca Juniors comandado por Carlos Bianchi era um time estratégico, que sabia como poucos na história conquistar resultados fora de casa. Ao longo dos anos, ainda consolidou atacantes como Carlos Tevez e Martin Palermo.
Bianchi se notabilizou por formar times competentes desde a defesa, escalando nomes como Walter Samuel, Schiavi e Burdisso ao longo da vitoriosa primeira metade da década entre seus times. No meio de campo, o camisa 10 Juan Roman Riquelme virou carrasco – e objeto de desejo – de diversos clubes brasileiros. De quebra, os irmãos Barros Schelotto ainda acrescentaram experiência e talento ao setor ofensivo.
Barcelona 2009-atual
Time-base: Valdés; Daniel Alves, Piqué, Puyol e Abidal; Yaya Touré (Busquets), Xavi e Iniesta; Messi, Eto’o (Pedro) e Henry (Villa). Técnico: Pep Guardiola
Títulos: 1 Mundial de Clubes (2009), 1 Liga dos Campeões (2009), 1 Supercopa da Uefa (2009), 3 Campeonatos Espanhóis (2009, 2010 e 2011), 1 Copa do Rei (2009), 2 Supercopas da Espanha (2009 e 2010)
Desde a década passada, nenhuma equipe se destacava tanto em relação às demais como o Barcelona dirigido por Guardiola. Vindo das categorias de base do clube, o treinador assumiu em 2008 e imediatamente priorizou os jogadores formados na equipe catalã; hoje, oito titulares são “pratas da casa”. Aproveitando o entrosamento único que os atletas adquiriram ao longo dos anos, o ex-volante instaurou a filosofia herdada de Cruyff, criada no Ajax dos anos 1970: posse de bola, movimentação, passes curtos e marcação por pressão.
O resultado é um time que dá espetáculo, conquista um título atrás do outro e ainda exibe o maior talento do futebol mundial dos últimos anos, Lionel Messi. Além de outros grandes jogadores, como Xavi, Iniesta e Villa (além de Eto’o e Henry nas temporadas anteriores), a equipe apresenta uma identidade de jogo bonito que passa por atletas menos badalados, mas igualmente técnicos, como o zagueiro Piqué e o volante Busquets. Shows, goleadas, controle total da partida: é disso que o Barcelona é capaz quando está em sua melhor forma

Atletas Assessorado pela Juniors Soccer se apresentam para disputa da Taça BH 2011


Atletas Assessorado pela Juniors Soccer se apresentam para disputa da Taça BH 2011

Caique (Z), Walyson (LE) e Vitor (V).
Nesta segunda (30) embarcaram para a cidade de Caeté/MG, mas 3 atletas que integraram o grupo que irá disputar a Taça Belo Horizonte de Futebol Junior 2011. Os atletas farão amistosos ao longo do mês com grandes equipes de Minas, visando a preparação para a disputa deste importante torneio amador.

O atleta Caique nascido 92 na cidade de Salvador, esteve na TRAFFIC no ano de 2010, o atleta Walyson nascido em 93 em Fortaleza/CE o já atuou por grandes clubes como Tiradentes/CE, Ceará/CE e Santos/SP, já o atleta Vitor nascido em 93 é atleta do Galícia/BA, nascido no estado de Sergipe. Os atletas se juntarão a outros atletas indicados por Junior, como o goleiro (92) destaque na equipe Junior do Colo Colo/BA durante a disputa do campeonato baiano.

Aguardamos o sucesso destes atletas e desejamos bençãos de Deus sem fim na vida de cada um deles

Náutico enfrenta o Bragantino em busca de melhora no ataque

Jogando em casa pela segunda vez, o Náutico tem a chance de voltar a conquistar três pontos e se aproximar do topo da tabela da Série B. Às 16h20 deste sábado, os alvirrubros enfrentam o Bragantino, que se encontra na 19ª posição e precisa ainda mais reagir para sair da zona de rebaixamento. Com a defesa recuperada da goleada sofrida no primeiro jogo da competição, o desafio agora é que o ataque reaja e saia da marca de apenas um gol.

Para garantir a vitória, Timbu não conta com muitas mudanças já que o técnico Waldemar Lemos só deverá fazer duas alterações com relação ao time que entrou em campo contra o Criciúma na última rodada. Recuperado da lesão, o volante Derley volta ao meio campo, na vaga do zagueiro Diego Bispo, que voltou a fraturar o braço esquerdo e passará por cirurgia. O time, portanto, volta para o 4-4-2. Já na lateral esquerda, Aírton retorna após cumprir suspensão e Jeff Silva fica de fora.

Se o Náutico tem a tranquilidade de jogar em casa contra o Bragantino, tem também, por outro lado, motivos para se preocupar com as bolas aéreas do adversário. “Sabemos que a maioria dos jogadores do time deles tem mais de 1,80 metros e a bola aérea é um ponto forte. Por isso temos que estar atentos. Treinamos bastante esse fundamento durante a semana”, disse o volante Éverton.
Ficha do jogo:
Náutico: Gledson; Peter, Marlon, Ronaldo Alves e Aírton; Éverton, Derley, Elicarlos e Eduardo Ramos; Kieza e Rogério. Técnico: Waldemar Lemos.

Bragantino: Gilvan; Júnior Lopes, Carlinhos e Felipe; Michel, Diego, Mineiro (Eder), Paulo Roberto e George (André); Quixadá e Luís Mário. Técnico: Marcelo Veiga.

Local: Aflitos. Horário: 16h20. Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva (SE). Assistentes: Cleriston Clay Barreto e Edmo Oliveira Santos (ambos de SE). Ingressos: R$ 30 (arquibancada central) e R$ 15 (estudante e dependente de sócio).

Resultado da Sexta-feira, 10 de Junho de 2011


Campeonato Argentino - Clausura
Fase única
18ª rodada
Olimpo 1 x 1 NewellŽs Old Boys

Campeonato Brasileiro - Série B
Fase única
4ª rodada
Paraná Clube 1 x 0 Salgueiro
Guarani 2 x 0 Ituiutaba
Duque de Caxias 2 x 3 Vitória

Campeonato Acreano
Segunda fase
Sétima rodada
Rio Branco 3 x 0 Nauás

Campeonato Paulista - Segunda Divisão
Primeira fase
Oitava rodada

Barretos 0 x 0 Guariba
Bariri 1 x 5 Brasilis
São Bernardo 6 x 1 São Vicente


Carcará amarga a primeira derrota na Série B

O Salgueiro bem que tentou, mas não conseguiu manter a invencibilidade na Série B. A equipe do técnico Neco brigou os 90 minutos, tentou não dar espaços para o adversário, no entanto, cometeu uma falha e acabou sendo derrotada pelo Paraná, por 1x0, no estádio Durival de Brito, em Curitiba. O gol do time paranista foi marcado por Luciano Castan, aos 20 minutos do primeiro tempo. Com o resultado, o Carcará caiu para a oitava posição, com 5 pontos. O Paraná está em quinto lugar, com sete. Os internautas que participaram da transmissão da partida pelo Portal NE10, elegeram o atacante Fágner como o melhor jogador em campo.
O Salgueiro mostrou tranquilidade e bom posicionamento em campo no primeiro tempo da partida contra o Paraná, no estádio Durival de Brito, em Curitiba. No entanto, cometeu um vacilo numa cobrança de escanteio e acabou sofrendo um gol que garante a vitória parcial do time da casa, por 1x0, ao final deste primeiro tempo.
Como era esperado, o Carcará entrou em campo fechadinho na defesa, procurando não dar espaços ao Paraná. No entanto, o time paranista, que estreava o técnico Roberto Fonseca, jogou em velocidade, trocou passes no meio de campo e chegou a pressionar o time pernambucano nos minutos iniciais. Faltou acertar o último passe.
O Paraná só conseguiu oferecer perigo nas bolas paradas. Primeiro, aos 5 minutos,  Wellington, em cobrança de falta, acertou o travessão do goleiro Marcelo. Depois, aos 20 minutos, após cobrança de escanteio, Luciano Castan, livre de marcação na área, cabeceou, mandando a bola para as redes do goleiro Marcelo.
O Salgueiro foi para cima, em busca do empate. O time, no entanto, não conseguiu fugir da marcação do Paraná. Encontrou dificuldades para criar as jogadas pelo meio. Mas, aos 23 minutos, Marcos Tamandaré fugiu pela direita e bateu cruzado, a bola foi mal rebatida e sobrou para Edmar, que chutou e acertou o travessão.
No segundo tempo, o técnico Neco fez uma mudança. Tirou o volante Josa e escalou o meia Clébson. A intenção do treinador era dar mais velocidade ao time, já que a tática do contra-ataque seria mantida. O time pernambucano manteve-se bem postado na defesa. No entanto,  a entrada de Clébson não surtiu o efeito esperado. O Salgueiro continuou confuso no meio de campo, sem objetividade na hora de atacar.  Apenas um lance digno de registro: Edmar dominou na área e, mesmo marcado, chutou rasteiro. O goleiro defendeu com o pé.
O jogo ficou chato. Afinal, o Paraná, com a vantagem no placar, teve tranquilidade para tocar a bola e esperar o Salgueiro sair um pouco mais para tentar encontrar mais espaços no setor ofensivo. Mas faltou inspiração e objetividade. Os donos da casa praticamente não ofereceram perigo ao goleiro Marcelo. Porém, a equipe se posicionou bem na defesa e garantiu a vitória dentro de casa.
Os times:

Paraná
Zé Carlos; Lisa (Júlio César), Cris, Amarildo e Luciano Castán; Everton Garroni, Júnior Urso, Welington e Jefferson (Serginho); Kelvin (Léo) e Giancarlo. Técnico: Roberto Fonseca.


SalgueiroMarcelo; Marcos Tamandaré, Henrique, Alemão  e Piauí; Josa (Clébson), Wendell, Mateus e Edmar; Fernando (Fabrício Ceará) e Fagner. Técnico: Neco.

Entrega de faixas contra o Fortaleza

Do Jornal do Commercio
O esperado amistoso de entrega de faixas do Santa Cruz deverá acontecer no dia 19, um domingo, no Arruda, contra o Fortaleza. Pelo menos, é nisso que vem trabalhando a diretoria do Santa Cruz, que recebeu propostas de clubes da Região para a realização de jogos, mas ainda estuda as melhores opções.
"Recebemos ligações do América-RN, CRB e Campinense, todos se disponibilizando a jogar com a gente. O problema é que querem jogar aqui e no fim de semana seguinte na casa deles, mas não temos tempo para todos", declarou o gerente de futebol tricolor, Ataíde Macedo.
Segundo a diretoria, o Santa Cruz espera fazer, pelo menos, três amistosos até a estreia na Série D do Campeonato Brasileiro, no dia 17 de julho, contra o potiguar Alecrim, em João Pessoa. Caso a partida contra o Fortaleza se confirme, será realizado um outro duelo no domingo seguinte, dia 26, só que no Ceará.
Assim, sobram os domingos 3 e 10 de julho para a realização de novos jogos de preparação. "Estamos estudando uma programação, mas ainda não há definição", afirmou Ataíde. Em entrevistas anteriores, o presidente Antônio Luiz Neto disse que a renda dos amistosos será importante para o pagamento dos salários dos jogadores.
"O importante é viver os amistosos, esquecer o passado. Houve mudanças no elenco e os jogadores estão determinados a buscar o seu espaço", declarou o treinador Zé Teodoro.
O zagueiro Thiago Matias não treinou ontem por conta de um problema de cálculo renal. O médico Wilton Bezerra disse que o jogador não tem previsão de volta. "O problema não foi grave e ele pode retornar até mesmo amanhã (hoje). Será reavaliado", disse o médico. O defensor havia treinado normalmente na quarta-feira, mas sentiu o problema durante a madrugada e foi hospitalizado com um forte incômodo.
Quem perdeu o treino da tarde foi o goleiro Diego Lima, que sentiu a coxa esquerda durante os testes físicos da manhã. Outro poupado foi o volante Hélton, que sentiu dores musculares.
Durante a movimentação, a surpresa ficou por conta do goleiro Luís Paulo, de 21 anos, 1,98 m. O jogador chegou para um período de testes no tricolor. Revelado na base do Internacional-RS, o arqueiro estava no Osasco, de São Paulo, e veio para o Mais Querido pelo mesmo empresário que indicou Tiago Cardoso.

Grafite é liberado pelo Wolfsburg e pode assinar com equipe de Dubai



Do UOL Esporte
O brasileiro Grafite, do Wolfsburg, virou notícia neste sábado na Alemanha. Segundo a imprensa especializada do país, o atacante está perto de deixar o futebol alemão. Grafite, de acordo com reportagem do jornal Bild, pode se transferir nas próximas semanas para um clube de Dubai, o Al Ahli.
Autor de 28 gols em 25 partidas na temporada 2008/2009, o brasileiro foi o artilheiro da Wolfsburg no ano em que o clube conquistou a Bundesliga. No entanto, o atacante teve uma queda de rendimento na temporada seguinte, quando anotou 11 tentos em 30 partidas. Em 2010/2011, Grafite garantiu nove gols em 23 duelos.
O jogador esteve na Copa do Mundo da África do Sul, mas não foi lembrado por Mano Menezes após a saída de Dunga do comando da equipe. A situação ruim do jogador se repetiu na Alemanha. Segundo o Bild, o treinador do Wolfsburg, Felix Magath, concordou em liberar Grafite caso o atleta receba uma oferta.
A saída de Grafite, atualmente de férias em Porto Rico, pode ser a despedida da última peça decisiva do elenco que definiu o título alemão em 2008/2009. O bósnio Edin Dzeko já foi vendido ao Manchester City.
Continue a ler.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Salgueiro pagará R$ 1 milhão aos jogadores se subir para a Série A

Depois da vitória do Salgueiro diante do Duque de Caxias nesta tarde, o repórter Leonardo Bóris, da Rádio Jornal, entrevistou para conferir com o dirigente do Carcará, Clebel Cordeiro, se o bicho dos jogadores foi pago logo após da partida. Clebel contou como funcionarão as premiações na competição nacional deste ano.
"Todo jogo do Salgueiro o bicho é molhado, pago logo dentro do vestiário", contou o dirigente, que ainda revelou valores futuros de pagamento aos jogadores. Caso o Salgueiro suba para a Série A o bicho pago será de R$ 1 milhão e se permanecer na Série B, o incentivo é de R$ 400 mil.
TÉCNICO - Ao deixar o campo do Ademir Cunha, o técnico Neco elogiou a postura atenta de seus atacantes e falaou também do setor defensivo. "Tudo se encaixou certinho, a marcação foi muito boa. A participação dos dois laterais foi fundamental, principalmente de Marcos Tamandaré que está incansável", defendeu o treinador. Ele contou ainda que o Salgueiro ainda está preparando mais atletas para estrearem na Série B e defendeu, ainda, que o time deverá vir ainda mais encaixado nos próximo jogo.
Ouça a entrevista no áudio abaixo:

Festa de Ronaldo será diante da torcida mais crítica do País

Do UOL Esporte
A história recente da seleção brasileira mostra que não tem sido fácil jogar em São Paulo diante da torcida com a reputação de ser a mais crítica que a equipe nacional pode encontrar dentro do país. Agora, depois do empate sem gols com a Holanda em Goiânia no sábado, o time de Mano encara a Romênia no que era para ser mais um jogo festivo para Ronaldo, mas que acaba de ganhar uma dose de risco.

O Pacaembu recebe na terça-feira o último teste da seleção antes da Copa América e a previsão é de que a necessidade de consolidar convicções para o torneio precise conviver de alguma forma com o ambiente festivo da despedida oficial do Fenômeno dos gramados.

Em Goiânia, a seleção de Mano não conseguiu jogar bem e ficou no 0 a 0 com a Holanda, no jogo então decantado como a revanche da derrota brasileira para o mesmo adversário nas quartas de final da Copa passada. Sem convencer, a equipe deixou o gramado do Serra Dourada com uma vaia pesada como trilha sonora.

“Não vai deixar de ser um teste por causa da festa do Ronaldo. Teremos a festa, mas nós temos mais uma oportunidade de trabalhar bem a equipe. Só que desta vez precisamos fazer gols”, afirmou o titular André Santos após o empate com os holandeses no Serra Dourada.

Empatar com os atuais vice-campeões do mundo não deveria inspirar um momento de crise. Mas o fato é que o projeto da seleção nas mãos de Mano Menezes chega às portas de sua primeira competição oficial sem nenhuma vitória sobre adversários de primeiro escalão. Antes do 0 a 0 com os holandeses, o Brasil havia perdido recentemente clássicos contra Argentina e França. Os triunfos aconteceram apenas contra rivais de média expressão.

É este contexto que a seleção leva ao campo do Pacaembu na noite de terça, diante de uma torcida que tradicionalmente não costuma ter muita paciência com a seleção em instantes de dificuldades (como se vê na tabela).

No mesmo pacote, além da necessidade de uma apresentação convincente, a equipe ainda terá em campo alguns jogadores pressionados pela possibilidade de corte da lista para a Copa América, que será divulgada por Mano ainda no Pacaembu, na coletiva pós-jogo. Nomes que estarão em campo podem acabar fora da relação.

“A pressão sempre vai existir na seleção brasileira. Temos que aproveitar mais essa oportunidade de trabalhar o time, de jogar diante da nossa torcida”, diz sem alarmismo o capitão Lúcio, que em uma década na equipe nacional já experimentou todas as fases possíveis.

A previsão é de que Ronaldo entre no meio desse cenário, por volta dos 30min do primeiro tempo, para ficar em campo até o intervalo, quando receberá a homenagem oficial da CBF. “Ronaldo não joga há bastante tempo e não podemos colocá-lo dentro de campo por muito tempo. Vamos dar o carinho que ele merece por tudo que fez”, disse Mano após o empate de Goiânia no último sábado.

Barcelona já tem a palavra de Fábregas, Rossi e Sánchez

Do Portal Terra
Apesar de ser considerado o melhor time da atualidade, o Barcelona, atual vencedor da Liga dos Campeões, busca reforços para a próxima temporada europeia. O clube catalão já conta com a palavra de Fábregas, Rossi e Sánchez, de que pretendem se transferir para o Camp Nou. O time ainda precisa, no entanto, acertar com seus atuais clubes.
Arsenal, Villarreal e Udinese, onde os três atuam, já sabem das intenções do Barcelona de contratar os jogadores, mas não existem negociações definidas até então. Com o atrativo de ser o melhor time do mundo, o Barça conta com o acerto apalavrado destes atletas para facilitar a negociação.

Real quer negociar Kaká para reforçar caixa

O Real Madrid precisa negociar jogadores para reduzir o número de atletas no Santiago Bernabéu e fazer caixa para reforçar a equipe na próxima temporada.

O brasileiro Kaká é um dos que podem deixar Madrid. Com ele, Lass, Gago, Garay e Pedro León também podem ser negociados. Somando todas as transações, o Real pretende obter R$ 207 milhões para seus cofres. Somente com o brasileiro, o clube espera arrecadar R$ 92 milhões.

Kaká sofre com seguidas lesões e desde que chegou ao Santiago Bernabéu em 2009 não conseguiu se firmar no time titular.